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	<title>Relações Públicas e Comunicação&#187; reputação</title>
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		<title>Reputação</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 00:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[caixa geral de depósitos]]></category>
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É legítimo mas não faz sentido que a Caixa Geral de Depósitos utilize anúncios de imprensa para referir que foi considerada a marca portuguesa com maior reputação. A verdadeira reputação não se conquista através de anúncios pagos. Trata-se meramente de um egocentrismo excessivo. O foco da comunicação deveria estar no cliente e não na própria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1145   aligncenter" title="Reputação" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/Reputação.png" alt="Reputação" width="376" height="240" /></p>
<p> </p>
<p>É legítimo mas não faz sentido que a Caixa Geral de Depósitos utilize anúncios de imprensa para referir que foi considerada a marca portuguesa com maior reputação. A verdadeira reputação não se conquista através de anúncios pagos. Trata-se meramente de um egocentrismo excessivo. O foco da comunicação deveria estar no cliente e não na própria instituição.</p>
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		<title>Olhó gelado!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 07:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A equipa de marketing e comunicação da Olá tem mostrado um dinamismo e criatividade admirável. Ao longo dos últimos tempos, várias têm sido as iniciativas dignas de nota como o lançamento de edições limitadas de produto, a recuperação de um &#8220;clássico&#8221;  da marca para celebrar o seu 50º aniversário e a aposta em canais alternativos de comunicação marcados pelo tom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/ola.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1002" title="ola" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/ola.gif" alt="ola" width="240" height="240" /></a></p>
<p>A equipa de marketing e comunicação da Olá tem mostrado um dinamismo e criatividade admirável. Ao longo dos últimos tempos, várias têm sido as iniciativas dignas de nota como o lançamento de edições limitadas de produto, a recuperação de um &#8220;clássico&#8221;  da marca para celebrar o seu 50º aniversário e a aposta em canais alternativos de comunicação marcados pelo tom humorístico e pelo ADN viral.</p>
<p>A <a href="http://www.marketeer.pt/2010/05/10/os-consumidores-pediram-o-fizz-limao-regressou/" target="_blank">Marketeer </a>dava ontem conta que agora a marca &#8221;ressuscitou&#8221; (nada como enquadrar a terminologia deste post na actualidade da semana) o Fizz Limão depois de Nuno Markl ter assumido no seu programa de rádio ser um dos maiores fãs deste gelado. Entretanto, o <a href="http://www.facebook.com/pages/FIZZ-LIMAO-EU-QUERO/234666037821" target="_blank">Facebook </a>fez o resto com um grupo que ultrapassou rapidamente os 2500 fãs.</p>
<p>A marca está atenta ao consumidor, conversa com ele e, acima de tudo, tem noção do timing do negócio. E por isso é mais falada e poderá até, pelo caminho, ganhar uma ou outra distinção na área. Mais importante do que isso, está a potenciar o brand value e a aumentar o volume de vendas. Parece-me bem.</p>
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		<title>Botox corporativo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 17:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assessoria Mediática]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Um dia depois de divulgar a duplicação nos seus lucros anuais (71,7 milhões de euros), a Mota-Engil anunciou que vai investir 50 mil euros/ ano a recuperar casas de idosos carenciados do Porto, numa parceria com a autarquia local. Até pode não ser propositado mas soa descaradamente a operação de cosmética&#8230; A responsabilidade social é o botox das grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/botox.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-924" title="botox" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/botox.jpg" alt="botox" width="344" height="240" /></a></p>
<p>Um dia depois de divulgar a duplicação nos seus <a href="http://aeiou.expresso.pt/mota-engil-duplica-lucros-para-836471-7-milhoes=f571000" target="_blank">lucros anuais </a>(71,7 milhões de euros), a Mota-Engil anunciou que vai investir <a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Mota-Engil-vai-gastar-50-mil-euros-por-ano-a-recuperar-casas-de-idosos-carenciados-da-cidade.rtp&amp;article=328220&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=6" target="_blank">50 mil euros/ ano </a>a recuperar casas de idosos carenciados do Porto, numa parceria com a autarquia local. Até pode não ser propositado mas soa descaradamente a operação de cosmética&#8230; A responsabilidade social é o botox das grandes empresas nacionais?</p>
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		<title>Os pseudo-jornais</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 09:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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Ver aqui artigo sobre os propaganda newspapers que estão a surgir no Reino Unido.
Se por um lado constatamos que os jornais são ainda muito importantes para mudar opiniões e contruir reputação, observamos também que tal potencial é rentabilizado num negócio pouco ético.
Em Portugal ainda não chegámos a este ponto, mas já temos projectos onde o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-564 aligncenter" title="Reversal" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/Reversal.bmp" alt="Reversal" width="265" height="293" /></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Ver <a href="http://www.thisislondon.co.uk/standard/article-23724285-details/The+propaganda+newspapers/article.do">aqui </a>artigo sobre os <em>propaganda newspapers</em> que estão a surgir no Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Se por um lado constatamos que os jornais são ainda muito importantes para mudar opiniões e contruir reputação, observamos também que tal potencial é rentabilizado num negócio pouco ético.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Portugal ainda não chegámos a este ponto, mas já temos projectos onde o comercial se sobrepõe claramente ao editorial.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>ANF contra-ataca</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 11:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Política]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
A ANF continua a disparar em todas as direcções. Agora, exige uma &#8221;avaliação independente sobre a qualidade da prescrição de fármacos&#8221;, justificando-a com a suposta &#8220;intervenção da indústria farmacêutica&#8221; neste acto médico. Quero acreditar que o faz com algum fundamento&#8230; Mas mais uma vez o doente, o pagador e o contribuinte assistem a estas trocas hóstis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"> <a href="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/farmaceutico.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-265  aligncenter" title="farmaceutico" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/farmaceutico-150x140.jpg" alt="" width="150" height="140" /></a></p>
<p>A ANF continua a disparar em todas as direcções. Agora, exige uma &#8221;avaliação independente sobre a qualidade da prescrição de fármacos&#8221;, justificando-a com a suposta &#8220;intervenção da indústria farmacêutica&#8221; neste acto médico. Quero acreditar que o faz com algum fundamento&#8230; Mas mais uma vez o doente, o pagador e o contribuinte assistem a estas trocas hóstis de palavras como meros peões num tabuleiro onde só se podem movimentar numa direcção. Quem gasta regularmente uma parte significativa dos seus rendimentos na farmácia só pode sentir-se desconfiado&#8230; O discurso é poderoso, gera suspeitas e vai moldando a opinião pública. Reputation management, precisa-se.</p>
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		<title>Gestão de Crise – Um imperativo comunicacional</title>
		<link>http://guesswhatpr.com/blog/gestao-de-crise-%e2%80%93-um-imperativo-comunicacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 15:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assessoria Mediática]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>
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A Gestão da Reputação é um componente essencial para o desenvolvimento com sucesso de um negócio e, como tal, deverá ter a sua máxima atenção.
Uma reputação positiva contribui para maiores níveis de confiança e um maior grau de liberdade operacional. É a soma do total das percepções dos vários stakeholders e cada uma delas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/crise11.jpg"><img class="size-full wp-image-30 aligncenter" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/crise11.jpg" alt="" width="73" height="135" /></a></p>
<p>A Gestão da Reputação é um componente essencial para o desenvolvimento com sucesso de um negócio e, como tal, deverá ter a sua máxima atenção.</p>
<p>Uma reputação positiva contribui para maiores níveis de confiança e um maior grau de liberdade operacional. É a soma do total das percepções dos vários stakeholders e cada uma delas é importante por si só. Acontece que por vezes, principalmente em momentos de crise, as más notícias sobrepõem-se às boas e algumas empresas têm dificuldade em vislumbrar a melhor forma de contornar os obstáculos e responder com eficiência aos desafios do momento.</p>
<p>Para complicar ainda mais a situação, a internet deixou de ser apenas um repositório de informação para se tornar num fórum de debate onde múltiplas opiniões e pontos de vista circulam livremente. Com a chegada da Web 2.0, qualquer um pode ser envolvido no debate público, seja como observador, contribuidor ou gerador de opinião. E, como temos assistido em Portugal e no mundo, o acesso a esta tecnologia está cada vez mais barata e estende-se por locais onde no passado era complicado ter acesso ficando assim cada vez mais acessível a todos.</p>
<p>O impacto desta explosão tecnológica implica que qualquer mensagem, independentemente da sua fonte, seja ampliada e repetida numa escala nunca dantes vista. Através do aparecimento de inúmeros conteúdos não editados, as oportunidades para ver e ouvir mensagens são cada vez em maior número. O conceito de “jornalista-cidadão” ganha um peso preponderante e quando as audiências não encontram conteúdos que respondam às suas necessidades, desenvolvem eles próprios esses conteúdos.</p>
<p>As possibilidades de fuga desta teia informativa são realmente escassas e a transparência passou a ser o imperativo mais relevante no processo de gestão de um negócio, independentemente da área de actuação. As crises podem bater a qualquer porta, sem fonte definida mas com terríveis consequências para uma empresa.</p>
<p>Ao longo da sua história, mais longa ou mais recente, todos as companhias já passaram por momentos de crise. Ensaios clínicos que correram mal, recolhas de medicamentos, efeitos adversos não esperados, fecho de fábricas, despedimentos, etc. No entanto, e por força de uma boa implementação de mecanismos de gestão de crise comunicacional, nem todas as histórias são totalmente divulgadas no actual ciclone mediático. E aquelas que são amplamente (mal) divulgadas pelos media, ilustram uma má gestão dos processos de comunicação, baseados no conceito de “esperar para ver”.</p>
<p>Um Plano de Gestão de Crise deverá sempre ser considerado como um importante seguro para a imagem corporativa da companhia. Caso estejamos perante uma situação complexa, antecipar eventuais cenários permite responder mais rapidamente aos desafios.</p>
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