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	<title>Relações Públicas e Comunicação&#187; imprensa médica</title>
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		<title>Estudo mostra que jornais e revistas são mais importantes que os Delegados de Informação Médica</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 13:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renato</dc:creator>
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O jornal Médico de Família, uma referência na imprensa especializada, dá eco na sua última edição a um estudo intitulado &#8220;Comportamento de Utilização de Fontes de Informação Médica pelos Médicos de Clínica Geral Portugueses&#8221;, realizado no âmbito de uma tese de mestrado em Marketing no ISCTE &#8211; Business School.
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<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-344" title="medicos" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/medicos.bmp" alt="" width="303" height="282" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p></a>O jornal Médico de Família, uma referência na imprensa especializada, dá eco na sua última edição a um estudo intitulado &#8220;Comportamento de Utilização de Fontes de Informação Médica pelos Médicos de Clínica Geral Portugueses&#8221;, realizado no âmbito de uma tese de mestrado em Marketing no ISCTE &#8211; Business School.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a investigação de Inês Lopes, levada a cabo entre 2007 e 2008, &#8220;os canais preferenciais de informação perfilhados pela indústria farmacêutica durante anos, como o contacto através dos delegados de informação médica (DIM) e em congressos, são menos valorizados do que outras fontes, entre elas jornais e revistas médicas, anuários (em papel ou versão electrónica) e conselhos emitidos por pares&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ver <a href="http://www.jmfamilia.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=753&amp;Itemid=27">aqui</a> notícia completa.  </p>
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