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	<title>Relações Públicas e Comunicação&#187; custo</title>
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		<title>Custa mais não comunicar</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 17:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Indústria Farmacêutica]]></category>
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A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio nunca antes visto. Agora, para levar um novo fármaco para o mercado já não chega apenas demonstrar cientificamente que ele é seguro e eficaz. As ideias de custo-efectividade, custo-utilidade ou custo-benefício vieram para ficar e já fazem parte do léxico diário de empresas, reguladores, administrações hospitalares e profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/custo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-347 aligncenter" title="custo" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/custo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio nunca antes visto. Agora, para levar um novo fármaco para o mercado já não chega apenas demonstrar cientificamente que ele é seguro e eficaz. As ideias de custo-efectividade, custo-utilidade ou custo-benefício vieram para ficar e já fazem parte do léxico diário de empresas, reguladores, administrações hospitalares e profissionais de saúde.</p>
<p>Este é um momento particularmente relevante e oportuno para incorporar os estrategas de comunicação na concepção do plano de marketing. É preciso estabelecer pontes com públicos-alvo distintos, com especificidades próprias e necessidades diferenciadas: o administrador hospitalar anseia uma linguagem de gestão que possa legitimar as suas opções, o médico cruza a língua da ciência com as expectativas do doente que está à sua frente, o familiar fala e escuta com o coração e o doente simplesmente não aceita que o seu melhor tratamento seja colocado em causa por uma questão financeira. Afinal, a vida tem um preço?</p>
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