BOP Health

É com prazer que anunciamos mais um projecto da Guess What PR com chancela do nosso Grupo de RD&C (Research, Development & Creativity), neste caso em parceria com a empresa de estudos de mercado Spirituc. Denominado de BOP Health – Os Portugueses e a Saúde, trata-se de um Barómetro Semestral com o qual se pretende avaliar percepções e comportamentos da população portuguesa relativamente a questões actuais relacionadas com a Saúde.

Este novo instrumento destina-se a profissionais de Marketing e Comunicação ligados à indústria farmacêutica e outras entidades do sector da Saúde a actuar em Portugal. A primeira edição do Barómetro, agora disponível, avaliou os comportamentos e atitudes preventivas dos portugueses nos primeiros 6 meses de 2010, as fontes de informação que estes mais utilizam, o funcionamento das instituições portuguesas de Saúde, a notoriedade das marcas e instituições e a relação dos portugueses com os genéricos.

Quem tiver interesse nesta temática poderá solicitar o BOP – Health ao Departamento de Healthcare da Guess What PR, através do geral@guesswhatpr.com ou à empresa Spirituc, estudos de mercado, para o e-mail vcavaco@spirituc.com.

jorge em 09 de Julho, 2010

convivio

Actualmente, a melhor forma de encontrar ex-colegas de outras agências é nos cada vez mais in briefings em grupo (ou tudo ao molho e fé no budget).  Estes reflectem aquilo a que o potencial cliente gosta de chamar de “boa gestão de tempo” e basicamente consiste em juntar todas as empresas consultadas numa sala de reunião (muitas vezes sem pelo menos um cafezito) onde é exposto o briefing e são esclarecidas dúvidas. Prático e excelente para reencontrar velhos conhecidos, trocar cartões de visita e colocar as tricas em dia.

Alguns colegas meus não apreciam toda esta intimidade e criticam esta nova forma de “briefar” mas eu gosto. Acima de tudo porque permite logo detectar quem parte em vantagem (desconfiem de quem ficar para trás com a desculpa da casa de banho. É do conhecimento público que os profissionais de comunicação, por força do stress diário, retêm muitos líquidos e só precisam do WC de manha e ao deitar) o que torna o concurso mais transparente.

fernando em 07 de Julho, 2010

net

Para quem se interessa pela área, ficam mais alguns dados sobre a utilização de Internet em Portugal, avançado hoje pela TSF no âmbito de um trabalho de investigação do ISCTE, hoje apresentado na 11ª Conferência Anual do World Internet Project, em Lisboa.

“As redes sociais Hi5 e Facebook aparecem, de longe, como as mais populares, sendo que metade dos utilizadores garante ter mais de 100 amigos registados e procurar ali trocar ideias, fotografias e vídeos.

(…) Dos utilizadores, um quarto sabe exactamente para o que vai. Ler blogues, jogar, consultar a Wikipédia e fazer downloads estão nos tops das preferências.”

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renato em 04 de Julho, 2010

Socialnomics

Deixo aqui aquelas que, na minha opinião, são as principais conclusões do livro Socialnomics do autor Erik Qualman que recomendo vivamente.

1)      No futuro deixaremos de procurar as notícias; em vez disso, serão as notícias a vir ao nosso encontro, ou então seremos nós a criá-las. Esse futuro já está a acontecer.

 2)      Nem todas as grandes ideias de marketing viral precisam de se originar no departamento de marketing. É prudente associar-se a programas populares que já são um êxito de público.

 3)      As empresas e as pessoas eficientes apreciam o feedback negativo por via dos media sociais. Os comentários dos clientes/utentes que identificam áreas a necessitar de melhorias são verdadeiramente inestimáveis.

 4)      As más empresas perdem tempo a tentar suprimir ou manipular comentários negativos no âmbito dos media sociais. As boas empresas dedicam o seu tempo a dar uma resposta às queixas dos clientes/utentes.

 5)      Os consumidores querem interagir e apropriar-se das marcas e gabar os seus produtos preferidos; é deixá-los fazer isso!

 6)      As empresas que fornecem bons produtos e serviços serão as vencedoras num mundo da Socialnomics e sairão derrotadas as empresas que se limitam a apregoar rebuscadas mensagens publicitárias. O gráfico/rede social é o maior e o mais poderoso programa de recomendação do mundo.

 7)      O trabalho dos profissionais de marketing deixou de se centrar unicamente na criação de produtos e na captação de consumidores e requer agora que estejam atentos, dialoguem e reajam às necessidades de clientes potenciais e factuais.

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renato em 13 de Junho, 2010

Vuvuzela

 
As vuvuzelas andam na boca do mundo. Nos últimos tempos o som desta corneta tem ecoado nos mais diversos locais. Quantos de nós não foi já surpreendido por um sopro inesperado? Aparentemente estas poderiam ser boas notícias para a Galp que utilizou a vuvuzela como elemento central de toda a sua campanha de comunicação de apoio à Selecção no Mundial. No entanto, a ola favorável que se pretendia em torno da marca arrisca-se cada vez mais a ser um coro de críticas com evidentes efeitos negativos para a imagem da empresa.

A polémica em Portugal e lá fora tem sido muita em torno da vuvuzela. Por exemplo no Facebook foi criada uma página como o nome “Galp! Ponham a vuvuzela no recto!”. Surgiram também notícias dando conta dos efeitos prejudiciais que o som da corneta tem ao nível da audição não só das pessoas que estão nos estádios como das que se encontram em casa a ver os jogos pela televisão. Existem já canais de televisão que recorrem à locução tradicional para omitirem o som das vuvuzelas. Até Cristiano Ronaldo hoje em conferência de imprensa se referiu à polémica corneta: «Mas há algum jogador que goste? Acho que todos ficam irritados. Os comentários que ouço só dizem mal das vuvuzelas». Nas últimas horas um dos responsáveis pelo Campeonato do Mundo disse publicamente que, perante as inúmeras queixas, está a ser equacionada a proibição de vuvuzelas nos estádios.

Por todos estes episódios a Galp vê assim manchada a sua campanha de comunicação relativa ao Mundial. Ao contrário de outros anos onde conseguiu unir os portugueses em torno de hinos de apoio à Selecção (elogie-se o facto das mensagens da petrolífera se unirem na perfeição ao tema do Futebol e aos desejos dos adeptos) a estratégia para a presente competição não foi claramente a mais acertada. É caso para se dizer que a Galp sai do estádio copiosamente goleada e debaixo de um forte coro de assobios por parte dos adeptos.
jorge em 04 de Junho, 2010

images

Duas agências de publicidade, uma portuguesa e outra não, vão anunciar para breve casamento estratégico. Sinal dos tempos?

renato em 26 de Maio, 2010

Assembleia República

Num momento em que todos percebemos que as empresas nacionais não podem ficar limitadas somente ao nosso território, a criatividade e a inovação são frequentemente referidas como sendo factores-chave para o sucesso da internacionalização dos negócios. INfelizmente fala-se muito, mas implementa-se pouco.

Pelo parco conhecimento em marketing dos gestores das pequenas e médias empresas portuguesas, que constituem 90 por cento do tecido empresarial do nosso país, a aposta nesta disciplina é feita ainda de uma forma muito tímida. Os tempos actuais deveriam encorajar os decisores a criar valor para as suas empresas através de estratégias de marketing bem pensadas e fortemente alicerçadas. Contudo, o habitual conservadorismo e pessimismo do típico gestor nacional fazem com que o marketing nunca seja uma prioridade na estratégia de crescimento da empresa. Uma questão de ADN ou de mentalidade que necessita de ser rapidamente alterada.

Os decisores devem olhar para as suas empresas de forma profissional e desapaixonada, agindo com base em pressupostos racionais e não em meros feelings. As empresas são hoje marcas cuja performance é fortemente influenciada pela forma como comunicam com os seus diversos stakeholders. O marketing e a comunicação têm assim de ocupar um lugar de destaque na administração das empresas com pessoas válidas e realmente conhecedoras do trabalho que realizam, explorando no limite as ferramentas que dispõem.

É por tudo isto que refiro que o Governo português deveria criar o Ministério para o Marketing. Aqui estariam reunidos um conjunto de profissionais de inquestionável qualidade cujos objectivos passariam por desenvolver a marca Portugal e auxiliar PME’s nacionais no campo do marketing. Acredito que este seria um contributo válido não só para resolver os muitos problemas actuais das empresas portuguesas como enfrentar os grandes desafios futuros de uma sociedade dinâmica e globalizada.

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jorge em 11 de Maio, 2010

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Decorreu entre 6 e 7 de Maio, em Paris, a reunião anual da GLOBALHealthPR, a network internacional de agências de comunicação independentes da qual fazemos parte desde Março deste ano.

Um conjunto de reuniões intensas e particularmente enriquecedoras sobre a comunicação em Saúde nas suas mais diversas vertentes. Algumas notas a reter:

  • Globalmente a indústria farmacêutica está muito atenta ao desenvolvimento dos Social Media mas muito receosa em participar de forma activa
  • Os vários Sistemas Nacionais de Saúde estão cada vez mais apertados de bugdet e a entrada/aprovação de medicamentos inovadores vai ser cada vez mais complicada
  • No Japão as redes sociais, como por exemplo o Facebook, têm fraca implementação porque o povo japonês é particularmente introvertido e não gosta que outros saibam da sua vida
  • Na Índia o trabalho de comunicação é tão complicado que por vezes obriga a que um Press Release seja adaptada para 14 dialectos diferentes

Colegas de todo o mundo muito simpáticos e case studies super-interessantes (já trouxe ideias para Portugal!) ao nível local, regional e global. Um especial agradecimento à nossa colega francesa Marie-Helene, que tão bem tratou de nós durante os três dias.

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fernando em 11 de Maio, 2010

ola

A equipa de marketing e comunicação da Olá tem mostrado um dinamismo e criatividade admirável. Ao longo dos últimos tempos, várias têm sido as iniciativas dignas de nota como o lançamento de edições limitadas de produto, a recuperação de um “clássico”  da marca para celebrar o seu 50º aniversário e a aposta em canais alternativos de comunicação marcados pelo tom humorístico e pelo ADN viral.

A Marketeer dava ontem conta que agora a marca ”ressuscitou” (nada como enquadrar a terminologia deste post na actualidade da semana) o Fizz Limão depois de Nuno Markl ter assumido no seu programa de rádio ser um dos maiores fãs deste gelado. Entretanto, o Facebook fez o resto com um grupo que ultrapassou rapidamente os 2500 fãs.

A marca está atenta ao consumidor, conversa com ele e, acima de tudo, tem noção do timing do negócio. E por isso é mais falada e poderá até, pelo caminho, ganhar uma ou outra distinção na área. Mais importante do que isso, está a potenciar o brand value e a aumentar o volume de vendas. Parece-me bem.

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fernando em 10 de Maio, 2010

chavez

Depois de ter rotulado o Twitter como uma “ferramenta de terror”, o Presidente da Venezuela, Hugo Chavez, criou uma certified account nesta rede e contratou quase 200 pessoas para responder às mensagens dos seus seguidores. O líder venezuelano parece estar verdadeiramente empenhado numa missão de engagement com aqueles que seguem os seus passos online.

A esta data, Hugo Chavez conta com 262 815 seguidores e está referenciado em mais de 8400 listas. A ferramenta de terror é agora uma “arma para a revolução”!

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