A Pfizer é já uma das gigantes farmacêuticas a marcar presença no Twitter. Provavelmente terá sido uma necessidade sentida ou, pelo menos, uma oportunidade reconhecida internamente para criar uma relação mais directa com o público.
Mas como sabemos, o ambiente regulador é bastante restritivo no que diz respeito à comunicação entre farmacêuticas e público. Para complicar um pouco mais, todo o fenómeno das redes sociais passa ainda ao lado dos reguladores pelo que não existem propriamente guidelines específicas para este tipo de ferramentas.
No 3 Minute Ad Age de ontem, Ray Kerins, Vice Presidente de Comunicação da Pfizer, fala sobre algumas das dificuldades que tem sentido nesta sua aventura pelas “malhas” das redes sociais.
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Setembro 1st, 2009 at 12:57 pm
Eu trabalho em um plano de saúde, na parte de compra de medicamento e sei da responsabilidade da industria farmacêutica, acho importante essa abertura, pois se reportam pouco aos clientes.
Abraços,
Cibele
Setembro 2nd, 2009 at 12:05 am
A única indústria que não reduziu lucros aqui no RS durante a crise foi a farmaceutica, lógico, da saúde ninguúem pode deixar de cuidar, além disso deve ter vendido muita aspirina para dor de cabeça durante este periodo crítico
abraços,mateus
Setembro 2nd, 2009 at 9:21 am
Obrigado pelos comentários Mateus e Cibele. Junto mais um sector que, ao que parece, também tem sido imune à conjuntura de crise: a banca. Se excluirmos casos pontuais de gestão danosa ou corrupção, os negócios vão cada vez melhor…