O jornal Médico de Família, uma referência na imprensa especializada, dá eco na sua última edição a um estudo intitulado “Comportamento de Utilização de Fontes de Informação Médica pelos Médicos de Clínica Geral Portugueses”, realizado no âmbito de uma tese de mestrado em Marketing no ISCTE – Business School.

De acordo com a investigação de Inês Lopes, levada a cabo entre 2007 e 2008, “os canais preferenciais de informação perfilhados pela indústria farmacêutica durante anos, como o contacto através dos delegados de informação médica (DIM) e em congressos, são menos valorizados do que outras fontes, entre elas jornais e revistas médicas, anuários (em papel ou versão electrónica) e conselhos emitidos por pares”.

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