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Doenças crónicas e redes sociais: “we like it”

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Redes sociais e doenças. Já muito se falou sobre as doenças provocadas pela utilização excessiva de Facebook, Instagram, Snapchat, Twitter e companhia.

No entanto, as redes sociais podem também ser uma excelente plataforma de partilha de experiências para quem sofre de doenças crónicas, como a esclerose múltipla ou a diabetes.

O jornal Público explica neste artigo o que procuram os jovens com esclerose múltipla nas redes sociais. José Vale, neurologista, refere que o valor das redes sociais no caso desta doença neurológica pode passar pelo combate de preconceitos e estigmas. “A esclerose múltipla ainda acarreta um grande estigma social e, como afeta pessoas muito novas, acaba por ser nas redes sociais que encontram maneira de se expressar”, explica o especialista.

E precisamente para combater estigmas, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla lançou este vídeo, que mostra que a esclerose múltipla não é necessariamente sinónimo de incapacidade. Um vídeo que tem vivido sobretudo nas redes sociais.

No mesmo dia em que o jornal Público publicava o referido artigo, passou por Portugal Gavin Griffits, um jovem britânico com diabetes tipo 1 que fundou o projeto “Every 1 Matters”, um projeto de sensibilização para este tipo de diabetes que também tem como objetivo a luta contra preconceitos.

Esta iniciativa, que vai levá-lo a correr 5 km em várias cidades de todos os continentes do mundo, vive sobretudo de uma página de Facebook, onde Gavin vai retratando a sua viagem e recrutando outros apoiantes da causa para se juntarem às suas corridas. Simultaneamente vai apelando à importância de integrar e não descriminar as crianças e jovens com diabetes tipo 1, que muitas vezes se sentem “diferentes” pelas constantes medições de glicemia e injeções de insulina.

Assim, para quem comunica saúde há muito que as redes sociais se tornaram uma plataforma incontornável, especialmente quando se trata de pensar em campanhas de sensibilização. Sempre com o cuidado de sermos muito criteriosos nas mensagens que passamos, sob pena de “incendiarmos” as redes sociais, que tal como o álcool, ajudam a “curar feridas” mas são altamente “inflamáveis”.

@Susana Viana, Healthcare Division Manager

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