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	<title>Relações Públicas e Comunicação&#187; LPM</title>
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		<title>15 anos de Relações Públicas – 1995 em revista</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assessoria Mediática]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[LPM]]></category>

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Iniciei o meu percurso profissional no ano em que o Waterworld afundava a carreira do Kevin Costner das bilheteiras e o single do Brian Adams “Have you ever really loved a woman?” não parava de azucrinar os ouvidos de gente com bom gosto. A minha primeira casa foi a LPM, um pouco mais pequena do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-859" title="BA" src="http://guesswhatpr.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/BA.jpg" alt="BA" width="99" height="124" /></p>
<p>Iniciei o meu percurso profissional no ano em que o Waterworld afundava a carreira do Kevin Costner das bilheteiras e o <em>single</em> do Brian Adams “Have you ever really loved a woman?” não parava de azucrinar os ouvidos de gente com bom gosto. A minha primeira casa foi a LPM, um pouco mais pequena do que em 2010 mas na altura já uma referencia no mercado das agências de comunicação.</p>
<p>Acabadinho de sair da Universidade, fiquei logo impressionado com a vivenda situada em Alvalade, e com o ordenado mínimo que iria receber. Menos impressionado fiquei com a primeira coisa que me disseram ao chegar. “Os estágios são de três meses e este ano queremos promover a rotatividade portanto não deverá ficar no final. E olhe que gostámos muito da sua colega que vem substituir.” Um desafio interessante este. Tinha que suplantar uma ex-colega e mesmo com muita dedicação, passados três meses, daria lugar a uma outra colega minha (o programa de estágios era definido pela Universidade).</p>
<p>Durante os meses  que passei naquela casa fui muito bem tratado e tive a oportunidade de conhecer uma das maiores máquinas de fazer <em>Press Releases</em> que esta área já teve:  Roby Amorim. Talvez por sermos os únicos homens no andar de baixo da casa comunicacional, cedo criámos uma boa relação (só estive com o LPM no primeiro dia de estágio mas pareceu-me uma figura simpática. Anos mais tarde vim a confirmar esse pressuposto). Com o Roby aprendi o valor de um bom lead, de um bom primeiro parágrafo e, acima de tudo, a não beber um (ou dois&#8230;) digestivo após o almoço. O balanço desta experiência foi francamente positivo e:</p>
<p>- Aprendi a fazer <em>Press Releases</em> mais apelativos</p>
<p>- Aprendi o verdadeiro significado das palavras <em>follow ups</em>, <em>clipping</em> e Relatórios de Imprensa</p>
<p>- Aprendi a importância de chegar a horas</p>
<p>- Aprendi a trabalhar mais e falar menos (o que nesta área de actuação é sempre um desafio)</p>
<p>- Confirmei que tinha feito a escolha profissional mais acertada, em detrimento de Direito, após ter ouvido a frase “nesta área o rácio anda nas 10 mulheres para um homem&#8230;”</p>
<p>No final do estágio senti alguma pena por não poder continuar (e principalmente em deixar o Roby no meio de tantas colegas&#8230;) pois mal sabia que, no mês seguinte, teria início uma das experiências profissionais mas fantásticas e diferentes da minha vida: o Departamento de Relações Públicas da RTP!</p>
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