As notícias pintam as páginas dos jornais nacionais e tornam mais carregado o tom das conversas com uma parte importante do network da Guess What. É verdade, a apregoada crise está a deixar a sua marca na Indústria Farmacêutica. Os despedimentos, ou parte deles, são tornados públicos e a força de vendas é uma das áreas que se ressente mais desta situação, embora esteja longe de ser a única. Os departamentos de marketing (desde gestores de produto a responsáveis de unidade) e a área da comunicação estão também a sofrer a onda de choque deste processo. Adaptação a uma nova realidade, reformulação do modelo de negócio ou rentabilização das equipas são alguns dos argumentos apresentados pelos “especialistas”.

Nós assistimos a um novo fenómeno no mercado profissional da saúde. A saída de quadros médios e superiores, altamente qualificados, para um mercado de trabalho pouco disponível para absorver talentos. “Os profissionais de excelência têm sempre lugar no mercado”, dirão vocês. A bem do país e do sector, espero sinceramente que sim…

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2 Comentários em “As farmacêuticas e a crise…”

  1. É preocupante ver esta situação afetar tão gravemente empresas fortes e de experiência no mercado, mais preocupante é pensar o que acontecerá com as médias, pequenas e micro empreseas…
    Ler também:
    http://i9mercado.blogspot.com/.....setor.html

  2. Boa tarde Plínio,

    é verdade. E todos os dias continuamos a ler notícias sobre despedimentos, encerramentos, falências, lay-offs… As grandes empresas têm, muitas vezes, um desafio adicional: enfrentar a crise gerindo estruturas de custo internas que cresceram muito para além do desejável ao longo dos anos de “vacas gordas”… Um abraço!

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