
Apesar das últimas notícias sobre o mercado da Comunicação e Relações Públicas referirem que este vale milhões, sabemos que, apesar das legítimas ambições, existe por aí muita gente desesperada por aparecer publicamente mostrando aquilo que tem e o que não tem.
A Guess What PR é diferente. Recordo aqui um dos três elementos que compõem o nosso ADN: Sinceridade. Agimos sempre assim com quem nos relacionamos diariamente. Temos ambição. Muita ambição em aprender, evoluir e fazer coisas positivas. Mas sempre num quadro de honestidade e ética que em situação alguma prescindimos. Fruto desta postura temos crescido e estamos bem. Não toleramos por isso quem pretenda encavalitar-se às nossas costas para ganhar protagonismo.
Quem leu a edição online de hoje da Briefing fica com a sensação que determinada pessoa angariou para a sua empresa um conjunto de clientes, nomeadamente um que está no portfólio actual da Guess What PR. Na verdade o que esta pessoa fez para essa marca foi um simples projecto paralelo de uma semana. É grande a distância entre projecto pontual e cliente angariado, tal como a notícia dá a entender, o que provocou de imediato contactos de alguns jornalistas com quem trabalhamos regularmente.
Se quem enviou o comunicado de imprensa tem responsabilidades nesta situação, quem o publicou também não fica isento de culpas. Apesar das informações publicadas estarem identificadas, não podemos aceitar um jornalismo de copy-paste, onde não se apure a veracidade dos factos.
Recordo aqui um ensinamento do meu avô: “Sabendo que não ganharás todos os dias, nunca abdiques de trabalhar de forma intensa e honesta. Se o fizeres, certamente que as alegrias serão mais do que as tristezas no final do dia.”
Tags: alpinista, briefing, Guess What PR


Agosto 27th, 2010 at 12:04 am
Vivemos na “era da imagem “, sendo que as RP e o Marketing nunca tiveram um papel tão determinante como na sociedade dos nossos dias. Mas, como noutras dominios, há bom e mau Marketing , há boas e más RP e, por coincidência, ou não, bons e maus profissionais. Por isso, quem trabalha nestas áreas e deseja a sua dignificação, não deve confundir notoriedade e boa imagem, com vaidades pessoais e desejo incessante de protagonismo, assente por vezes em ” pés de barro”. Nada me move contra o Grupo Gautier, mas para melhor podermos validar a sua sustentabilidade, talvez fosse bom ver o passado profissional do Sr. Francisco Gautier, nomeadamente as empresas por onde tem passado e a situação em que as mesmas se encontram… Não esqueçamos que boas RP assentam acima de tudo numa politica de VERDADE e NUNCA serão compatíveis com pouco rigor ou com o mundo de fachada, ou, como gosto de dizer o “mundo do faz de conta”, que só poderá ser associado a um Marketing pouco ético.
Setembro 3rd, 2010 at 1:35 pm
Há, de facto, “dados” que não consituem notícias. A não ser que as amplifiquemos e aí, pela repetição, correm o risco de se tornarem… “factos” e depois, notícias.
Mas de facto, é nestas coisas que se vê a diferneça entre os dadistas (os que reproduzem dados acriticamente) e os jornalistas (que constroem os jornais).
Fiquemos por aqui. Também a minha avó me ensinou que “Os actos ficam para quem os pratica” e que “quem não deve não teme”. Bom trabalho!