
Na sequência do antepenúltimo post, pergunta o Rodrigo qual poderá ser a “PRSA” versão nacional, que poderia alavancar uma boa campanha de valorização da área das RP’s. Aqui ficam mais algumas ideias soltas:
- Seria interessante pensar numa entidade de âmbito mais global como por exemplo a Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa(APCE) para que os interesses de um todo (a área) não se sobrepusessem aos empresariais;
- Seria importante criar uma espécie de Conselho Comunicacional composto por profissionais de agências e Departamentos de Comunicação, que tivessem a seu cargo a definição estratégica da campanha e respectiva monitorização de objectivos;
- Um aproximação ao mundo académico poderá fazer sentido na medida em que estamos a falar de projectos com benefícios a médio e longo prazo;
- Definir objectivos específicos para curto, médio e longo prazo (não necessitam de ser os mesmos) permitiria a criação de etapas mais estruturadas.
![]()
Da mesma forma que criticamos a publicação de notícias que não correspondem à total verdade dos factos, também reconhecemos o esforço daqueles que procuram o seu esclarecimento. Chegou à nossa atenção que após a divulgação desta notícia, um dos responsáveis da companhia divulgou um desmentido esclarecendo parceiros e meios de comunicação sobre o papel de cada uma das agências no respectivo processo da consultoria e assessoria, para uma das marcas referidas.
Agradecemos ao Alexandre Alves Ferreira este gesto de profissionalismo e desejamos-lhe as maiores felicidades para o seu novo projecto.

Conta-nos uma das nossas colegas que este fim-de-semana, quando lhe perguntaram que curso tinha tirado e ela respondeu “Relações Públicas”, a reacção imediata foi “e em que discoteca trabalhas” ?
Nos últimos anos passámos (nas agências e nos Departamentos de Comunicação) de Relações Públicas para Consultores: em Comunicação, em Marketing, em Public Affairs, em Digital, em Media Relations, etc. Mas o ADN RP continua e, se calhar, a confusão também.
Lembrei-me da campanha “The Business Case for Public RelationsTM”, uma iniciativa da Public Relations Society of America (PRSA) destinada a descodificar o papel das Relações Públicas e a melhorar as percepções públicas sobre o real valor desta área.
A definição estratégica do projecto contou com a participação de responsáveis de grandes empresas como a Edelman, a GolinHarris, a Hill & Knowlton e a Ketchum e consta que os resultados foram bem positivos (esta é uma campanha de 2009-2010). Em Portugal, temos hoje uma geração de grandes profissionais a trabalhar em comunicação que questionam, defendem, levantam a área. Valeria a pena pensar em algo semelhante?

Apesar das últimas notícias sobre o mercado da Comunicação e Relações Públicas referirem que este vale milhões, sabemos que, apesar das legítimas ambições, existe por aí muita gente desesperada por aparecer publicamente mostrando aquilo que tem e o que não tem.
A Guess What PR é diferente. Recordo aqui um dos três elementos que compõem o nosso ADN: Sinceridade. Agimos sempre assim com quem nos relacionamos diariamente. Temos ambição. Muita ambição em aprender, evoluir e fazer coisas positivas. Mas sempre num quadro de honestidade e ética que em situação alguma prescindimos. Fruto desta postura temos crescido e estamos bem. Não toleramos por isso quem pretenda encavalitar-se às nossas costas para ganhar protagonismo.
Quem leu a edição online de hoje da Briefing fica com a sensação que determinada pessoa angariou para a sua empresa um conjunto de clientes, nomeadamente um que está no portfólio actual da Guess What PR. Na verdade o que esta pessoa fez para essa marca foi um simples projecto paralelo de uma semana. É grande a distância entre projecto pontual e cliente angariado, tal como a notícia dá a entender, o que provocou de imediato contactos de alguns jornalistas com quem trabalhamos regularmente.
Se quem enviou o comunicado de imprensa tem responsabilidades nesta situação, quem o publicou também não fica isento de culpas. Apesar das informações publicadas estarem identificadas, não podemos aceitar um jornalismo de copy-paste, onde não se apure a veracidade dos factos.
Recordo aqui um ensinamento do meu avô: “Sabendo que não ganharás todos os dias, nunca abdiques de trabalhar de forma intensa e honesta. Se o fizeres, certamente que as alegrias serão mais do que as tristezas no final do dia.”
Tags: alpinista, briefing, Guess What PR

…em Telheiras. Depois de tudo o que se falou esta semana esta é a verdade inconveniente para muitos: Guess What PR lidera o mercado da Comunicação e Relações Públicas em Telheiras. Próximo objectivo: liderar em Campo de Ourique!
Mais informação sobre o território onde lideramos aqui.
Tags: campo de ourique, comunicação, Guess What PR, ranking, Relações Públicas, telheiras

10 razões para ser um optimista (via Jornal de Negócios)
1 – São mais pró-activos
2 – Procuram alternativas
3 – Estabelecem objectivos mais ambiciosos
4 – Vencem as adversidades
5 – Produzem mais
6 – São mais criativos
7 – Valorizam competências
8 – Confiam mais em si
9 – São mais comunicativos
10 – Contribuem para o sucesso das organizações
Será que os profissionais de comunicação são na sua maioria optimistas?
E as empresas de comunicação, será que fomentam um ambiente optimista?

Excelente promoção do filme “The Expendables”. Estreia marcada para o próximo dia 13 de Agosto. Sylvester Stallone ao seu mais velho estilo. Ver aqui acção de marketing viral.
Em jeito de pré-férias, mais uma boa lição sobre como utilizar as RP Online para promover a cultura de um país, neste caso a Jordânia. Uma palavra para a Rainha Rania da Jordânia: Respect! Pormenores aqui.
Tags: Buzzmarketing, comunicação, internet, redes sociais, Relações Públicas, social media, Tendências, twitter

Parabéns à equipa do Piar por ter pensado e organizado (com uma perninha do Rui Calafate) mais um PR After Work, desta feita no Altis Belém Hotel&Spa. Contrastando com as picardias entre líderes de algumas das maiores agências do país (concorrência oblige?), a confraternização foi bem tranquila e divertida entre colegas de comunicação de diferentes agências como a IPSIS, GCI, LPM, Special One, PURE, Bloom, Media Alta, Fonte e outras não mencionadas por puro desconhecimento visual (o INFARMED também esteve bem representado).
Temas obrigatórios de conversa: o artigo de opinião do Luís Paixão Martins na Briefing (leitura obrigatória), as avenças praticadas neste período economicamente mais conturbado (saber manter o equilíbrio). Que venha um novo encontro ainda mais participado!



