fernando em 02 de Julho, 2009
 

Esta semana mais uma viagem pelos principais acontecimentos do mundo das Relações Públicas em Portugal.

fernando em 02 de Julho, 2009

redes sociais 

Nos vinte segundos que antecederam a publicação deste post foram feitas 28 referências a Michael Jackson no Twitter. Mais de uma por segundo…

A pergunta já não é porquê, é como. Os profissionais de marketing e comunicação olham ávidos para a forma como as marcas se movimentam nos media sociais. A margem de manobra é curta e a questão é só uma: você vai ou não participar neste diálogo?

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renato em 01 de Julho, 2009

rtp

Como poderão ver aqui os anos passam mas as armas políticas são sempre as mesmas, independentemente de quem esteja no governo. A suposta questão dos critérios editoriais é algo démodé e não tem qualquer sentido. Certamente se as entidades competentes analisassem outros players no mercado dos media, talvez detectassem situações bem mais escandalosas e graves.

Mas enfim, é esta a política que temos. Não se queixem depois da elevada abstenção ou dos votos em branco.

renato em 26 de Junho, 2009

 

Está oficialmente disponível aqui no blog (no topo) o podcast da Guess What. Este é um espaço semanal, assegurado pela equipa da agência, onde abordamos os temas mais relevantes sobre Comunicação e Relações Públicas.

Sem tabus e com muito humor (esperemos nós), contem connosco aqui todas as 6ªfeiras. Mensalmente teremos ainda um convidado especial, que será certamente uma figura ilustre. Isto porque a Guess What, ai pod pod!!

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jorge em 22 de Junho, 2009

Para quem quer surpreender no mercado de trabalho, aqui ficam alguns exemplos de Curricula bem criativos. Aguns funcionam bem, outros estão (graficamente) um pouco confusos mas vale a pena consultar esta interessante colecção. Para potenciais candidatos que não se importam de correr aquela “extra mile” para supreender os responsáveis de RH das empresas.

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Paulo Querido deixa aqui um post em que alerta as agências de comunicação para a sua abordagem aos jornalistas. Na opinião do autor, as notas de imprensa têm vindo a degradar-se. Uma reflexão que todos nós devemos fazer.

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fernando em 18 de Junho, 2009

A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio nunca antes visto. Agora, para levar um novo fármaco para o mercado já não chega apenas demonstrar cientificamente que ele é seguro e eficaz. As ideias de custo-efectividade, custo-utilidade ou custo-benefício vieram para ficar e já fazem parte do léxico diário de empresas, reguladores, administrações hospitalares e profissionais de saúde.

Este é um momento particularmente relevante e oportuno para incorporar os estrategas de comunicação na concepção do plano de marketing. É preciso estabelecer pontes com públicos-alvo distintos, com especificidades próprias e necessidades diferenciadas: o administrador hospitalar anseia uma linguagem de gestão que possa legitimar as suas opções, o médico cruza a língua da ciência com as expectativas do doente que está à sua frente, o familiar fala e escuta com o coração e o doente simplesmente não aceita que o seu melhor tratamento seja colocado em causa por uma questão financeira. Afinal, a vida tem um preço?

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O jornal Médico de Família, uma referência na imprensa especializada, dá eco na sua última edição a um estudo intitulado “Comportamento de Utilização de Fontes de Informação Médica pelos Médicos de Clínica Geral Portugueses”, realizado no âmbito de uma tese de mestrado em Marketing no ISCTE – Business School.

De acordo com a investigação de Inês Lopes, levada a cabo entre 2007 e 2008, “os canais preferenciais de informação perfilhados pela indústria farmacêutica durante anos, como o contacto através dos delegados de informação médica (DIM) e em congressos, são menos valorizados do que outras fontes, entre elas jornais e revistas médicas, anuários (em papel ou versão electrónica) e conselhos emitidos por pares”.

Ver aqui notícia completa.  

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renato em 05 de Junho, 2009

                           

Hoje a caixa de correio da Guess What foi literalmente inundada com mais de 50 exemplares de cada um destes bonitos folhetos.

Bem sei que é 6ªfeira, vésperas de fim-de-semana e de uma semana que será de férias para muita gente e onde todos querem sair o mais cedo possível. Terá sido esta a razão para o senhor distribuidor ou senhora, pois nem sequer lhe vi a cor, ter despachado boa parte do seu trabalho em alguns segundos?

Ou terá tido o distribuidor uma repentina e inesperada cólica intestinal, largando, para nosso azar, todos os folhetos que tinha na nossa caixa de correio e voado para o WC mais próximo? Se foi isto que aconteceu, poderia ter entrado nas nossas instalações e aliviar-se devidamente. Não haveria qualquer problema.

Ou terá pensado que já seríamos 50 pessoas e foi então um profissional extremamente correcto e atencioso?  

Imaginem se nós nas RP começássemos a duplicar as notícias dos nossos clientes nos seus reports só para parecerem muitas e passarmos por profissionais competentes. Tentador no mínimo, não?

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jorge em 03 de Junho, 2009

Dentro de pouco tempo também elas irão apoiar a dinâmica do blog da Guess What PR com conteúdos comunicacionais. Famalos das nossas mais recentes colegas, a quem desejamos desde já os maiores sucessos, e que quiseram deixar aqui umas breves palavras de apresentação.

Aqui ficam os pensamentos de Leonor Faria que chegou do Departamento de Comunicação Interna do Grupo Jerónimo Martins:

“Este é um admirável mundo novo para quem acabou de chegar. Muitas espécies novas, muitas tribos, tradições e aldeias diferentes. Foi esta a sensação que eu tive ao entrar na “selva” da Comunicação. Agora, o que eu quero e espero é aprender com os melhores! Apresento-me a todos: eu sou a Leonor.”

e de Nélia Silva, que veio da Ipsis:

“Gritar não é uma imagem bonita, mas transmite bem o que fazem os profissionais de comunicação. Gritam para fazer compreender vozes e ideias no centro de uma praça onde demasiados sons se anulam mutuamente, gerando a um ruído obsoleto e, frequentemente, inaudível. Gritamos para ganhar guerras: as mediáticas, dos top of mind

A diferença é que uns gritam com uma voz afinada e constante, outros gritam ao sabor das emoções enquanto outros raramente gritam, preferem ouvir e gritar apenas quando alguém se cala. Há os que falam ao megafone e os que optam por segredar – estas são, talvez, as vozes mais fascinantes e que exigem maior perícia.

O fascínio pela comunicação vem daqui: da multiplicidade de vozes, ritmos e tons, das estratégias que se moldam a diferentes objectivos, destas vozes que ambicionam influenciar percepções. E como este é um fascínio que partilho e que só pode ser calado com desafios constantes, ética e ambição, adoptei o megafone da Guess What, um megafone jovem e leve, que veio para o mercado para ampliar as vozes de quem gosta de gritos inovadores mas orientados por visões estratégicas e experiências sólidas na arte de gritar. Porque afinal, é a gritar  – bem -  que a gente (se) entende.”

Good luck girls!!

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